Patinete Elétrico: como surgiu o veículo queridinho do brasileiro

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Se você já esteve em uma das grandes capitais brasileiras, com certeza já viu alguém andando de patinete elétrico para realizar tarefas do dia-a-dia.

Há alguns anos, uma das maiores empresas de aluguel do transporte, a Grow, encerrou parte das suas operações no Brasil. Entretanto, muitos brasileiros têm escolhido o patinete elétrico como forma de deslocamento de baixo custo e pouco poluente.

O que é o patinete eletrico

Ele nada mais é do que um veículo de transporte pessoal movido a bateria. Criado com o objetivo de oferecer uma alternativa de deslocamento urbano mais rápida e eficiente do que andar a pé, mas sem os problemas de trânsito e estacionamento dos carros e motos, ele tem um baixo custo de “manutenção”: por não precisar de gasolina, a emissão de poluentes é baixíssima e o peso no bolso também diminui.

A história do patinete elétrico começa em 1915, quando os primeiros produtos, produzidos pela empresa Krupp, foram desenvolvidos por engenheiros e inventores. Esses primeiros patinetes eram robustos em tamanho, simples e pouco potentes, mas já mostravam o potencial da tecnologia.

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Policial utilizando um dos primeiros patinetes elétricos da história

(Por falar em engenheiro independente, você já viu a história de Gurgel?)

No início dos anos 2000, as empresas começaram a se interessar pelo produto e a investir em pesquisa e desenvolvimento. Isso levou à criação de versões cada vez mais potentes, com motores elétricos mais eficientes e baterias que duravam bem mais.

Para além dos avanços da durabilidade, também foi possível investir em outras características como velocidade máxima regulável e frenagem regenerativa.

O futuro dos patinetes elétricos

Como citado anteriormente, o desenvolvimento e pesquisa podem fazer com que avanços cada vez mais significativos sejam alcançados. Para o futuro, por exemplo, o veículo tem um horizonte bastante promissor:

  • Baterias mais duráveis e de maior capacidade: os patinetes terão uma autonomia maior e poderão ser usados ​​para deslocamentos cada vez mais longos.
  • Veículos autônomos: que Tesla, que nada! A tecnologia de condução autônoma pode ser implementada em patinetes elétricos, tornando-os ainda mais seguros e fáceis de usar.
  • Integração com transporte público: é possível que os patinetes elétricos sejam integrados a sistemas de transporte público, como ônibus e metrô, permitindo que as pessoas usem patinetes como uma opção para chegar e sair dos pontos.

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